terça-feira, 9 de junho de 2015

Era uma vez...

As histórias dos nossos dias não são mais contadas como aquelas de quando criança. Perdeu-se um bocado a fantasia - o "era uma vez..." da nossa infância. As histórias dos nossos dias não têm mais o traço da inocência, e nem outros mundos imaginários. Endureceu-se, humanizou-se.
A velocidade da busca desenfreada por aquilo que nem sempre vamos ter, afastou-nos daquilo que deveríamos buscar. Estaria eu em devaneios? Pobre de mim que tenho medo (medo e sonhos). Aqui, em frente a uma página virtual em branco, vou tecendo meus pensamentos confusos e cheios de desejos (temo perder-me do foco). 
Eu tenho medo mesmo de não acreditar nas coisas impossíveis! São elas quem nos mantêm vivos, tornando-as possíveis. Ainda assim, eu quero insistir nos mesmos erros acertados. Escrever o que me vem à cabeça, mudar todas as ideias que são apenas minhas (será?).
Queria mesmo era contar as histórias dos nossos dias com aquela inocência costumeira de outros dias. Olhar o mundo de outra maneira (talvez menos cinza como agora). Desse modo, poderia, quem sabe, começar o meu mundo como: era uma vez...

Anderson Oliveira.

Um comentário:

  1. Muito bom esse post, parabéns, você se expressou muito bem.

    Arthur Claro
    http://www.arthur-claro.blogspot.com

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