sábado, 30 de maio de 2015

Viver de amor.

Um dia, por decreto,
irei viver de amor...
morrer, não!
Irei viver de amor.

Querer-me-ei a saliência do beijo,
os abraços mais sinceros
e os risos verdadeiros.

Aceitarei todas as alegrias alheias
(do outro que quero bem)
e todo calor que emanar
do corpo que lhe pertence.

Irei aceitar-lhe o choro
quando a dor for traiçoeira,
e darei o colo meu a quem ele pertencer.

E se, por necessidade,
desejar voar sozinha,
deixarei que voe livre...
e que eu possa contemplar.

E eu, vivendo de amor,
hei de viver vida inteira...
assim serei quem eu sou.

Anderson Oliveira.


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