sábado, 25 de maio de 2013

Quando for.

Quando não a vejo, sonho.
Quando não há sonho, finjo.
Quando na esfinge, o riso,
e o riso tem alma quando a gente tinge.

Quando não há medo, sorte.
Quando vem a sorte, beijo.
Quando eu te beijo a boca,
impulsionado pelo meu desejo.

Quando for pra ser que seja,
e que seja permanente...
Permaneço em devaneios
quando está em jogo o que a gente sente.

Quando desejar, comece.
Quando começar, floresça.
Quando florescer, dê frutos,
e que o nosso fruto viva e amadureça.

Quando terminar, respire.
Quando respirar, insista.
Insistir quando é preciso
e amar o amor, fazendo que resista.

Anderson Oliveira.

2 comentários:

  1. Perfeito, Sr. Poeta! Simplesmente perfeito!!!!

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  2. Perfeito, Sr. Poeta! Simplesmente perfeito!!!!

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