domingo, 28 de outubro de 2012

No infinito.

Vastos campos infinitos,
ideias, terras sem fim,
de tudo que era bonito,
restava pouco de mim.

Os olhos fundos - vidrados,
o horizonte entrelaçado,
concentrado, incontido;
virou-se quase de lado.

Perdido eu, cá, fiquei...
Se eu via - era, não sei...
Se proto qual infinito;
eu juro... Acreditei.

Anderson Oliveira.

Um comentário:

  1. Lindo, Anderson!
    Deixei uma indicação para o premio Dardos desse seu blog, veja lá no Sem Pudor.

    Beijos.

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